A FIV consiste em retirar o óvulo da mulher através de uma punção transvaginal e fertilizá-lo em uma estufa com espermatozóides do marido. Os embriões assim obtidos são transferidos para o útero da mãe.

Está indicando quando a mulher tem anormalidade nas trompas, endometriose, ovários que não ovulam bem, quando o marido apresenta espermatozóides em quantidade ou qualidade deficiente ou quando não se encontra um diagnóstico conclusivo.

Os tratamentos tradicionais através de medicamentos ou cirurgias estão, cada vez mais, sendo substituídos pela FIV que é hoje o principal tratamento realizado nos serviços que tratam a infertilidade conjugal. Atualmente, em alguns países, 3% das crianças que nascem são concebidas por FIV.

A FIV tem a preferência dos médicos e pacientes por solucionar de maneira objetiva a maioria dos casos de infertilidade. Sua aplicação não tem sido mais ampla pelo estigma de alta complexidade e elevados custos.

O primeiro nascimento pós FIV (Louise Brown – 1978) foi concebido em um ciclo ovariano natural, isto é, sem medicamentos indutores de ovulação. Trabalhando desta forma, com apenas um óvulo e conseqüentemente um embrião, os índices de sucesso eram baixos. Passou-se então a realizar a FIV com estimulação ovariana, obtendo vários óvulos, vários embriões e melhores índices de gestação.

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