• Aceite ou procure aceitar a infertilidade com mais naturalidade. A infertilidade não é um castigo. Se preferir não rotular a infertilidade como uma doença, vamos chamá-la por deficiência ou dificuldade para engravidar. E acredite, todos nós temos alguma deficiência. A deficiência reprodutiva não é a pior delas e atinge mais que 10% de todos os casais do mundo. Hoje em dia praticamente todos os casos de infertilidade tem solução, e em um futuro bem próximo, mesmo casais sem óvulos ou sem espermatozóides poderão ter seus filhos biológicos.
  • Estude a infertilidade. Leia e converse sobre a mesma. Procure pessoas que viveram ou vivem situações semelhantes.
  • Converse com seu marido, ou sua esposa. Sejam cúmplices. Não se culpe e não culpe os outros. Ajude e se deixe ajudar.
  • Converse com seu médico e exija o máximo de explicações.
  • Entenda que às vezes, os médicos não conseguem explicar tudo como você gostaria de ouvir, mas tenha certeza que eles farão o possível para resolver o problema.
  • Busque conforto somente com as pessoas que você acredita que se preocupam com você e querem o seu melhor.
  • Os tratamentos da infertilidade normalmente alternam momentos de euforia com momentos de depressão, mas nunca se esqueça de que o final é sempre feliz!
  • Não faça da gravidez o seu único objetivo na vida. Dedique-se aos tratamentos sem negligenciar seu trabalho. Mantenha sua vida social e seus amigos. Tire férias. Viaje. Pratique esportes. Cultive algum hobby. Cuide do seu corpo. Faça sexo por prazer, e não apenas por obrigação.
  • Evite situações que possam ser desagradáveis, como festas infantis, batizados, etc.
  • Empenhe-se nos tratamentos da infertilidade como você se empenharia para tratar outras deficiências. Imagine se você apresentasse uma deficiência locomotora, visual, ou auditiva. Quanto você se empenharia para recuperar essas funções ou parte delas? A deficiência reprodutiva sempre é totalmente recuperada.
  • Acompanhe sua esposa sempre que possível durante consultas e tratamentos. Seu apoio é fundamental.
  • Entenda que seu marido eventualmente pode não conseguir estar presente em algum momento do seu tratamento.
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